DIAGNÓSTICO

Procura-se diagnóstico mais precoce possível, avaliar cuidadosamente o chamado Comprometimento Cognitivo Leve (CCL), que representa um déficit nas tarefas de memória do dia-a-dia, mas que é ainda insuficiente por não preencher os critérios de diagnóstico para demência. Muitas dessas pessoas com CCL podem se encontrar em um estágio inicial da Doença de Alzheimer e essa progressão até a demência plena poderá levar vários anos.
Um outro esforço de diagnóstico tem sido feito com as imagens de ressonância magnética (RM). Na Doença de Alzheimer nos estágios mais precoces e com CCL, podem ser reveladas evidências de atrofia do hipocampo, porém esta avaliações não são específicas o bastante para terem valor de diagnóstico definitivo.
Outra forma de diagnóstico é a Ressonância Magnética (RM), recorre-se à Tomografia Computadorizada de Perfusão por Emissão de Fóton (SPECT) e Ressonância Magnética Funcional (FMR), além da Espectroscopia de Ressonância Magnética (MRE) e Tomografia por Emissão de Pósitron (PET). Todos esses exames podem melhorar a exatidão diagnóstica, mas ainda não significa que seja um diagnóstico fechado para a DA.
Outra forma de diagnóstico é feito com testes de memória. É oferecido ao paciente uma lista de dez objetos ou desenhos para que ele memorize se ele não conseguir memorizar nenhum dos dez objetos ou desenhos, há necessidade de investigação, por exemplo através de Testes Neuropsicológicos como o Mini Mental: Teste do Estado Mental.
A verdade é que o diagnóstico real só pode ser feito através da biópsia do tecido cerebral (pós–mortem) portanto com o paciente em vida o que resta é o diagnóstico diferencial, onde são eliminadas outras hipóteses de doenças: hipovitaminose, AVC, Doenças da tireóide, etc.